Aulas dadas
07 de agosto de 2017
Nesta aula foi discutido o papel da educação e a sua finalidade, que deve ser o de educar para tornar o ser humano mais humano, mais conhecedor de sua própria espécie e do meio em que vive, além de conhecedor de seus direitos e deveres. Assim, a educação também tem um papel na construção da cidadania, devendo intervir para reduzir desigualdades. Ainda foi discutido o papel do professor, de como a sua prática pode influenciar os alunos, e de como as políticas e o senso comum vê a profissão, considerando desnecessária uma formação para o ser professor e não o diferenciando de educador.
Outro ponto abordado foi de como os documentos oficiais da educação não atendem as necessidades locais, considerando a diversidade do nosso país, e como isso pode induzir a uma educação forçada e sem objetivo. Assim, com diversos fatores que podem influenciar a prática docente, a didática como disciplina, vem se mostrando promissora e necessária, sendo um dos ramos da pedagogia que estuda os fundamentos pedagógicos com os quais a escolarização se dá, e de que forma o processo de ensino-aprendizagem efetivo pode acontecer considerando a diversidade das escolas, os gostos e habilidades dos alunos e outros elementos que interferem no processo educativo.
Com isso, podemos concluir o quão necessária deve ser uma formação profissional para o ser professor, tendo que lidar com diversos fatores no processo de ensino-aprendizagem, além de fatores técnicos, como as avaliações propostas pelas políticas educativas e de cumprir o que lhe é proposto de forma que a escolarização seja significativa para o aluno.
por Cintia Torres
10 de agosto
Nesta aula o objetivo era conceituar a didática e mostrar a sua importância para a formação do professor e de como esta pode influenciar no processo de ensino-aprendizagem.
A didática relaciona os procedimentos com os quais o professor utiliza em suas aulas, considerando diversos fatores, como o fato de que aprender é um processo gradual, individual e que cada aluno tem o seu tempo; como avaliar as diversas habilidades que cada aluno tem em uma classe, e como a forma que o seu ensinar atinge cada um e a todos ao mesmo tempo.
Também foi abordado como a ideologia do professor pode influenciar a sua prática, tanto como a forma que transmite o seu conhecimento, a ordem do conteúdo e das atividades, como avaliar, além de poder influenciar os alunos com as suas crenças. Por esses e tantos outros motivos que o professor deve ter uma formação crítica, aprendendo a problematizar todos os pontos de uma questão debatida e apresentada, seja social, política, econômica ou educacional.
por Cintia Torres
14 de agosto de 2017
Na aula de Didática do dia 14/08 nos foi apresentado à abordagem sobre Tendências Pedagógicas. Um graduando em licenciatura precisa conhecer as tendências que influenciam o ensino e a aprendizagem ao longo da história, para adquirir conhecimento teórico que lhe auxilie em uma ação futura como professor. As Tendências Pedagógicas podem ser divididas em duas grandes correntes, a Idealista-Liberal, que segundo LIBÂNEO (1990), sustenta a ideia de que a escola tem por função preparar os indivíduos para o desempenho de papéis sociais, de acordo com as aptidões individuais, desconsiderando as diferenças entre as classes sociais. Já a Realista-Progressista, é entendida por Libâneo, partindo de uma análise crítica das realidades sociais, que sustentam implicitamente as finalidades sociopolíticas da educação. Cada uma dessas duas correntes agrupa variados tipos de pedagogia, a Idealista-Liberal, por exemplo, agrupa a Pedagogia Tradicional, Nova, Tecnicista. A corrente Realista-Progressista agrupa a pedagogia Libertária, Libertadora, Crítico-Social dos conteúdos. Algo muito interessante neste conteúdo é que todas as tendências pedagógicas servem de suporte a um professor em sala de aula, não a certo e errado, mas assim um momento adequado para se empregar cada tipo de pedagogia.
por Guilherme Ribeiro
17 de agosto de 2017
A aula teve início com a discussão do texto “Tendências Pedagógicas” de autoria do Prof. Eduardo Henrique de M. Lima da Universidade Federal Dos Vales Do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM - Diamantina – Minas Gerais.
Com base neste texto foram discutidos os métodos de ensino e as escolas em diferentes correntes pedagógicas e dessas correntes foram trabalhadas as principais:
Pedagogia Tradicional em que o professor é o centro do processo e transmite o conteúdo aos alunos. Valoriza a memorização e estimula o individualismo. As provas são usadas para classificar os alunos.
Pedagogia Nova onde o aluno é o centro, sujeito ativo no processo de ensino-aprendizagem, professor é mediador.
Pedagogia Tecnicista que é voltada para o mercado de trabalho, centrada na técnica e o professor é administrador no processo de aprendizagem, que se dá por repetição.
Pedagogia Progressista Fundamentada na construção do pensamento crítico com professores e alunos como sujeitos do processo.
Em seguida a sala foi dividida de acordo com os grupos de trabalho e cada equipe sorteou uma plataforma para realizar o trabalho, e em seguida as equipes começaram as discussões para realizar o trabalho.
por Lillian Ariele
21 de agosto de 2017
Nesta aula, tivemos o primeiro dia de apresentações sobre as correntes pedagógicas, em diversas abordagens, sorteadas para os grupos. Conforme anunciado pela professora, os trabalhos seriam avaliados levando em consideração a Criatividade e adequação aos conteúdos apresentados.
O primeiro grupo a apresentar (Grupo 14), trouxe uma música “Naquela Escola”, de estilo folk, e apresentou ao vivo, com violão. O segundo grupo (Grupo 1) apresentou uma História em Quadrinhos, representando o dia a dia de cada escola com as correntes pedagógicas. O terceiro grupo (Grupo 2) apresentou um poema de nome “Tendências”, onde apresentou sobre cada corrente pedagógica. O quarto grupo (Grupo 3) apresentou um Cordel, contando uma história sobre as correntes, e apresentando imagens criativas e explicativas sobre cada corrente. O quinto grupo (Grupo 4) trouxe um esquema explicativo (infográfico), elaborado com a ferramenta Prezi, onde apresentaram muitas informações sobre cada corrente. O sexto grupo (Grupo 5) apresentou um jogo de tabuleiro, explicando as regras: perguntas com alternativas, para fixação do conteúdo, avaliação e cooperação na construção do conhecimento. O sétimo grupo (Grupo 6 – autor do presente blog) apresentou um mapa, onde cada corrente pedagógica foi apresentada em um bloco de aula da Universidade Federal de Itajubá, levando em consideração as características dos ambientes de estudo, com os critérios de
cada corrente pedagógica.
Conforme cada grupo se apresentava, a professora ia convidando um aluno da turma para tecer comentários sobre as apresentações, e em seguida, ela acrescentava sua avaliação do trabalho.
Mais informações sobre a apresentação deste grupo (Grupo 6), pode ser
encontrada neste site, na aba denominada “apresentações”.
por Catarina Buda
24 de agosto de 2017
Esta aula foi referente ao segundo dia de apresentação dos grupos, onde foram dados recursos diferentes para cara equipe, com o mesmo tema central, que era as tendências pedagógicas, dentre elas, tendência tradicional, tecnicista, escola nova e progressista. A apresentação em geral foi muito interessante, pois só assim podemos ver como a criatividade é infinita, e por mais que o tema seja o mesmo, houve muitas abordagens diferentes.
Os recursos apresentados neste dia foram: O teatro, dando uma versão pratica de como funciona as quatro tendências dentro de uma sala de aula, foi surpreendente; Os Fantoches, foi outro recurso utilizado por um outro grupo, a apresentação foi fantástica e com muitas risadas, muito interessante como um simples teatro de fantoches pode ser tão informático, me senti na idade média; O outro grupo apresentou um jogo de imagens em uma plataforma educativa chamada “Socrative” onde boa parte da sala participou, era como se fosse uma enquete virtual, onde eram mostradas imagens e os alunos tinham que votar em qual imagem era relacionada com alguma tendência pedagógica. Foi muito inteligente, podemos ver no final, que estavam todas alinhadas, ou seja, eram quatro imagens de cada tendência, totalizando dezesseis imagens. Podemos ver os resultados no final; A Metáfora foi também muito interessante, pois o grupo utilizou regime políticos como metáfora para fazer analogia com as tendências pedagógicas, foi divertido e inteligente; A Bula foi um recurso muito interessante, pois organizar as tendências conforme funciona uma bula de remédio gerou um clima bem descontraído, onde predominava a ironia para poder encaixar cada tendência conforme a formula química, indicação, contraindicação e efeitos colaterais, apresentação muito interessante; A Narrativa Épica, recurso muito interessante, pois exigiu do grupo uma grande criatividade para escrever a historia que eles apresentaram, onde a personagem principal era uma deusa que estava encarnada, e sua missão era passar por todas as escolas de diferentes tendências pedagógicas ;Jogo Digital, surpreendeu a sala toda, exatamente por que o grupo consegui fazer um jogo digital, dinâmico e divertido utilizando o Power point como recurso, realmente eles mereceram os parabéns pela criatividade. O jogo consistia de perguntas, que quando eram acertadas o personagem do jogo avançava, quando errava ele ficara travado até acertar a pergunta. Obviamente que as perguntas eram sobre as quatro tendências pedagógicas.
Parabéns aos grupos, pela criatividade e esforço por apresentarem todos os trabalhos muito bem!
por Eduardo Vieira Chiarelli
31 de agosto de 2017
Esta aula foi uma atividade avaliativa onde, em duplas, deveriam escolher um tema da sua área de atuação e fazer um plano de aula focado em uma das pedagias estudadas (escola tradicional, nova, tecnicista ou progressista). O plano deveria conter identificação da turma, da disciplina e do professor; o tempo planejado para realizar as atividades deste plano; objetivo; Conteúdo; Procedimentos didáticos; Procedimentos de avaliação e recursos para a realização da aula.
por Catarina Buda e Cíntia Torres
14 de setembro de 2017
Esta aula teve início com a apresentação do trabalho do grupo 15, onde eles falaram sobre o tema Tendências Pedagógicas através de folder.
Em seguida realizou-se o estudo do texto “Práticas pedagógicas de ensinar-aprender: por entre resistências e resignações” de Maria Amélia Santoro Franco, no qual os alunos deveriam ter lido o texto em suas casas e feito um Estudo Dirigido, deixado como tarefa pela professora Rita.
A discussão do texto se deu através da correção oral do Estudo Dirigido. A primeira parte a ser tratada foi o Glossário, onde os alunos foram relatando as palavras que sentiram necessidade em procurar seu significado em um dicionário. Algumas das palavras foram: Pedagogia, Inexorável, Hermenêutica, Praxis x Poiesis, Cognitivo, Concomitância. Através do entendimento de tais palavras foi possível uma melhor compreensão do texto.
Em seguida tratamos sobre as palavras-chave do texto, falando sobre elas e a ligação com a palavra principal: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS. Dentre elas estavam: Pesquisa-Ação; Práxis: uma ação reflexiva; Prática Pedagógica x Sistema Apostilado: retira o sentido da prática pedagógica, exige menos reflexão por parte do professor; Intencionalidade: na qual a ação do professor deve ter uma intenção; Relação Professor-Aluno: no qual foi discutido a necessidade de uma certa maturidade por parte do professor; Sujeito e o meio pois as aulas jamais serão atemporais; Outras palavras-chave que foram citadas: currículo, experiência, saberes, docência, mediação, reflexão, aprendizagem, avaliação, entre outras.
Outra atividade era a formulação de duas questões a partir do texto, algumas foram lidas pelos alunos e discutidas em sala de aula.
E para encerrar a aula fizemos uma reflexão sobre a utilização de Estudo Dirigido que tem como objetivo garantir a compreensão do “tema” de maneira individual.
Abaixo, esquema explicativo:
por Lillian Ariele

18 de setembro de 2017
Nesta aula, em duplas, foi pedido que se escolhesse um texto referente a pedagogia, prática, didática, ensino-aprendizagem ou ser professor e que a dupla proposse um estudo dirigido para que outra dupla pudesse fazê-lo. No início da aula as duplas trocaram os textos e começaram a ler e a fazer o estudo dirigido. Antes mesmo de terminarem, a professora solicitou que avaliassemos o estudo quanto a clareza das atividades propostas, se estava coerente com o tempo disponível para fazê-lo, se era realmente um estudo dirigido segundo o que foi estudado na aula anterior e se o estudo dirigido proposto auxiliou a entender o texto.
Os textos que a nossa equipe escolheu foi:
A professora e a maleta – Catarina Buda
Reflexões sobre o EAD no Ensino de Física – Cíntia Torres
A prática de ensino e a formação inicial de professores – Lillian Ariele
A Consciência como base para integração do ambiente interno e externo - Guilherme Ribeiro e Eduardo Vieira
por Cíntia Torres
21 de setembro de 2017
Nesta aula, foi proposta a realização de um júri simulado sobre a aula expositiva. Para isso, a turma foi dividida em 5 grupos, onde cada um representava o réu (aula expositiva), os jurados, o ataque, a defesa e os juízes, respectivamente.
No desenvolvimento da dinâmica, foram dados inicialmente 5 minutos para que ataque e defesa realizassem suas explanações. Em seguida, foram dados 2 minutos para questionamentos e 5 minutos para respostas do ataque e da defesa, um por vez. Após, os juízes realizaram perguntas diretamente para o réu, onde este teve 5 minutos para respondê-las.
Após os questionamentos do ataque, defesa, juízes e respostas do réu, o júri se retirou do ambiente para discussão sobre a situação do réu. Voltando ao ambiente do júri, os jurados inocentam o réu ao final do processo.
Encerrando esta aula, a professora e seu estagiário fizeram considerações e observações acerca da dinâmica, e dos comentários dos alunos durante a participação na atividade proposta.
Segue abaixo pequeno resumos sobre os pontos apresentados no júri, pelo ataque e defesa da aula expositiva:
- Ataque: redução da participação dos alunos; representação do autoritarismo do professor; passividade dos alunos no processo de ensino – aprendizagem; disseminação de conhecimento superficial sobre os temas apresentados; desvinculação dos temas e seus conhecimentos prévios; desrespeito à individualidade de cada aluno; não aprendizado do aluno durante a aula; falta de inovação do professor; desestímulo à capacidade crítica do aluno; não possibilita uma avaliação contínua e diagnóstico eficaz
do aprendizado; não participação do aluno.
- Defesa: as aulas não seguem necessariamente a maneira demonstrada, é possível inovar; praticidade para abordagem do assunto pelo professor; permite apresentar conteúdos divulgados recentemente; se dialogada, não limita a capacidade do aluno; permite a facilidade do trabalho do professor; devido à realidade vivida pela educação do país, é difícil para o professor planejar outros tipos de aula; permite que o aluno busque conhecimentos complementares; permite a apresentação do conteúdo programático no pouco tempo disponível para as disciplinas; a qualidade das aulas expositivas dependem do professor que as utiliza e não do método em si.
Ao inocentar o réu, o júri diz:
“Tomamos, portanto, inocente a ré, sob condição de ser usada se, e somente se, fizer jus à finalidade servir de instrumento correto para que se cumpram os objetivos propostos da aula, dando oportunidade às outras metodologias.”
por Catarina Buda

25 de setembro de 2017
A professora inicia a aula comentando sobre a dinâmica da aula passada, que foi o júri simulado, fazendo uma ponte e comentando que como podemos observar a aula expositiva não é a vilã, e sim o modo como ela é trabalhada pelos diversos professores. Hoje em dia podemos ver nas universidades que muitos professores acabaram ficando escravos de recursos como o Power Point, algo que não pode acontecer, pois se ele depende daquele recurso e por algum motivo ocorre um imprevisto como falta de energia, ele fica impedido de dar aula, pois estava acomodado com o slide como recurso base para a aula. Então podemos inferir que o professor não pode ser escravo das tecnologias, apesar de ser muito prático e bom utiliza-las, o professor tem que sempre ter uma carta na manga, caso algo dê errado.
Ou seja, no próprio planejamento de aula, o professor já deixar algo preparado caso haja um imprevisto. Outro ponto que foi comentado na aula é o fato de que é muito importante que o professor defina os objetivos ou propósitos da aula, pois assim ele consegue delinear o que realmente o aluno precisa sair sabendo daquela aula, e não coloque conteúdo demais, fazendo com que a aula fique muito cheia de informação e não seja absorvida.
Podemos observar que toda técnica tem seus limites, assim como o próprio júri simulado, onde os alunos mais tímidos acabaram não participando ativamente, a aula expositiva e vários outros recursos por melhores que sejam, também possuem suas limitações.
Na aula foi proposta uma atividade “ sistematização da aula expositiva” onde a sala foi separada em duplas e a atividade era elaborar um texto sobre a aula expositiva, utilizar esse texto como referência para criar um plano de aula. O plano de aula era referente em como dar uma aula expositiva, e na pratica teríamos que dar uma aula expositiva de como é uma aula expositiva. Muito interessante e ao mesmo tempo de gerar um conflito, algo que é importante, pois dessa forma estamos trabalhando com questionamentos, digamos que filosóficos a respeito da aula expositiva, havendo um choque entre teoria e pratica, criando um ambiente fértil para a criatividade.
por Eduardo Vieira Chiarelli
28 de setembro de 2017
No dia 28/09, foi solicitado que em duplas, os alunos preparassem uma aula expositiva que abordasse está mesma temática. Cada dupla deveria preparar também o plano de aula, desenvolvendo o assunto abordado, objetivos, métodos, materiais e avaliação. Para apresentar, as duplas eram sorteadas, devendo realizar uma aula de 10 a 15 minutos, onde cada aluno deveria participar. As apresentações foram avaliadas pelos demais, incluindo a professora, que teceu comentários construtivos apontando falhas que deveriam ser corrigidas ou acertos que auxiliam o professor em exercício. Estas práticas são importantes na formação do licenciando, pois auxiliam com o ganho de experiência, dando uma chance também de corrigir aspectos negativos para um docente, como vícios de linguagem, gesticulação intensa, a não utilização de recursos como o quadro e uma tonalidade de voz inadequada. Segundo Paulo Freire (1996), quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. Realmente possível notar que a cada apresentação, os erros cometidos e apontados eram evitados pelas próximas duplas e com isso o nível de qualidade da aula se tornava cada vez melhor.
por Guilherme Ribeiro



05 de outubro de 2017
Depois de ler o texto “Concepções sobre a avaliação escolar”, na aula do dia 05 de outubro foi discutido o que o texto abordava e as concepções que a turma trazia sobre avaliação. Alguns alunos levantaram que era uma forma de verificar o conhecimento que o aluno havia adquirido, onde se podia fazer um juízo sobre a aprendizagem. Também foi levantado que a avaliação está em tudo o que fazemos, pois sempre estamos julgando coisas, pessoas, atitudes, competências, qualidade, entre tantas outras coisas. Ainda, foi abordado que, além de verificar, a avaliação pode ser um retorno para o professor sobre a compreensão dos alunos sobre o conteúdo que transmitido, obtendo elementos sobre o processo de ensino e de suas futuras ações.
Outro ponto abordado foi à diferença entre prova e avaliação, onde prova é apenas um instrumento que a avaliação pode utilizar, sendo esta muito mais abrangente e que que pode ter diversas formas, e que a avaliação alimenta as práticas do professor, o modo como se dirige a turma, suas técnicas, além de tornar a docência mais reflexiva e crítica quanto ao processo de ensino e aprendizagem.
Também foi levantado a importância do professor saber o que é uma avaliação, pois esta sempre presente nas suas ações, seja na participação dos alunos em trabalhos em grupo ou na aula, nas dúvidas e no envolvimento com a disciplina, ou ainda nos resultados quantitativos que as provas podem oferecer. Outro ressalva foi o fato de muitas vezes o professor utilizar o que ele chama de “Avaliação” para intimidar os alunos e chamar a sua atenção, sem levar em conta o quanto isso pode prejudica-los. Porém, uma das coisas que a autora do texto tratou foi o fato da avaliação ser um processo interno e que também depende do aluno querer aprender, mas que a forma como o professor conduz suas práticas pode influenciar e motivar os alunos quanto a aquisição de conhecimento, principalmente quando esta tem como objetivo o aluno, que é a forma correta como uma aula deve ser planejada.
Ainda, foi tratado sobre a complexidade do “Avaliar”, pois esta envolve a subjetividade de cada aluno e do próprio professor que avalia, e que este processo tem uma cultura que dificulta muito inovar e que os docentes pensem mais criticamente sobre, sendo as provas o único método de avaliar que a maioria dos professores de todos os níveis utilizam. No entanto, foi destacado que as provas podem e devem fazer parte da avaliação, sendo um método quantitativo muito eficaz, mas que não se pode esquecer que nem todos os alunos se dão bem com este tipo de instrumento, principalmente quando as questões sugerem uma única resposta certa. Assim, uma forma de atingir a todos no processo de avaliação é propor diferentes atividades, como dinâmicas, discussões, e nas próprias provas, colocar questões abertas que exigem que o aluno reflita sobre o que aprendeu e que se possa avaliar de forma mais abrangente.
Por fim, também foi falado sobre avaliações formativas e diagnósticas, que também devem fazer parte do processo de ensino e aprendizagem, sendo todos os instrumentos de avaliação fundamentais para que o professor possa refletir sobre suas práticas e para que pense mais no processo do que nos resultados.
por Cíntia Torres
09 de outubro de 2017
A aula do dia 09/10 foi ministrada pelo estagiário Wilson que iniciou a aula comentando um pouco sobre o texto "Concepções sobre avaliação escolar". Ele solicitou que formássemos duplas para elaborar uma questão sobre o texto citado acima. cada dupla teve cinco minutos para preparar a pergunta e depois passar para outra dupla responder. Depois, corrigimos a resposta e elaboramos outra questão e repetimos o processo.
por Lilian Ariele
16 de outubro de 2017
por Eduardo Vieira
19 de outubro de 2017
No dia 19 de outubro, foi realizada uma discussão mediada pela professora sobre os três principais tipos de avaliação, Somativa, Diagnóstica e Formativa, onde os alunos abordaram os principais aspectos. A avaliação Somativa foi caracterizada como uma importante forma de sistematizar o conteúdo apresentado pelo professor, porém esta avaliação favorece muito a chamada “decoreba” e pode não representar o real aprendizado do aluno, por questões físicas ou psicológicas no dia da aplicação. Já a avaliação formativa, de maneira simplificada, é um meio de continuidade do processo de ensino-aprendizagem, ensina o aluno, podendo aprofundar o conteúdo ou realizar uma revisão. A avaliação Diagnóstica pode ser realizada antes ou depois da apresentação dos assuntos, assim o professor pode avaliar os conhecimentos prévios do aluno, se aplicado antes, ou receber um feedbeck do conteúdo assimilado, para retomar o tema ou reformular suas estratégias didáticas.
por Guilherme Ribeiro
23 de outubro de 2017
Nesta aula foi iniciamos uma discussão acerca da leitura do Capítulo 1 do livro “Pedagogia da Autonomia” de Paulo Freie, de nome “Não há docência sem discência”. Este capítulo é dividido em subitens, e nossa discussão em aula seguiu do mesmo modo, comentando e discutindo sobre os pontos principais do texto.
Durante a discussão, diversos alunos compartilharam suas vivências em estágios, suas observações acerca da postura do professor e alunos. Foram apresentados pontos importantes que são apresentados no texto, como “Curiosidade epistemológica” e “Rigosrosidade metodológica no ensino / amorosidade”, que devem estar presentes no processo de ensino - aprendizagem.
por Catarina Buda
26 de outubro de 2017
Esta aula teve o propósito de discutir mais a fundo o capítulo 1 do livro “Pedagogia da autonomia” e em uma aula dialógica, a professora trouxe suas contribuições juntamente com a posição e levantamentos dos alunos.
Um dos primeiros tópicos apontados foi sobre a ética que tanto fala-se no livro. Ele trás questões sobre a politicidade na educação, sobre a importância do professor saber se posicionar e também respeitar e exigir respeitos quanto aos seus direitos e dos alunos. Que o professor tem que se assumir como sujeito porque ele querendo ou não é formador de opinião e tem que buscar que seus alunos também sejam, que sejam autônomos e protagonistas de suas vidas, principalmente na vida escolar. Que está autonomia que o professor deve buscar e fazer com que seus alunos busquem geram uma educação de valores, que busca igualdade.
Também foi tratado a questão da curiosidade epistemológica, que deve ser o foco do ensino. Como foi falado muitas vezes em sala de aula e no que temos estudado, o aluno tem que querer aprender, e o professor tem que ter consciência disso e buscar formas para atrair o aluno, para que ele goste e queira aprender. Como foi levantado em sala de aula, ainda hoje, se forma professores tecnicistas, que só se importam com o conteúdo sem se importar com a aprendizagem, o que é uma lastima, ainda nos dias de hoje. A curiosidade tem que estar presente a todo instante no processo de ensino e aprendizagem, tanto pelo professor quanto pelo aluno. Ainda, foi tratado sobre a importância do estudar e que, independente do que o aluno queira para a sua vida, o estudo sempre irá auxiliar e trazer benefícios.
O professor é fundamental por despertar essa curiosidade, além do que ele mesmo tem que te-la, buscando sempre novas formas de compreender e de fazer a sua prática. Ele deve estar atento a todas as expressões em sala de aula, seja no silêncio ou na euforia dos alunos e fazer a sua leitura. Por isso, a escola que Paulo Freire trás é um desafio, pois gera mudanças profundas quanto à prática e o ser professor, que o foco do ensino não é mais transferir conhecimento mas construí-lo, partindo da realidade escolar, dos alunos e de seus interesses, e que todos os atos a partir daí devem ser críticos. Ainda, foi abordado na aula sobre o ato de lecionar ser flexível, cheio de imprevistos, e quanto a prática docente tem que ser coerente, que a ação do professor deve estar ligada à teoria e ter sempre em mente a aprendizagem, pois é esse o foco do seu trabalho. O ensino deve provocar sempre a transformação.
Outro ponto abordado foi que o professor deve estar preparados para lidar com a diversidade na escola e no mundo, pois não se busca transformação sem o respeito ao próximo. E que o professor, na visão de Freire deve ser humanista, consciente e ético, buscando sempre o certo e a igualdade para todos.
por Cíntia Torres
26 de outubro de 2017
Esta aula teve o propósito de discutir mais a fundo o capítulo 1 do livro “Pedagogia da autonomia” e em uma aula dialógica, a professora trouxe suas contribuições juntamente com a posição e levantamentos dos alunos.
Um dos primeiros tópicos apontados foi sobre a ética que tanto fala-se no livro. Ele trás questões sobre a politicidade na educação, sobre a importância do professor saber se posicionar e também respeitar e exigir respeitos quanto aos seus direitos e dos alunos. Que o professor tem que se assumir como sujeito porque ele querendo ou não é formador de opinião e tem que buscar que seus alunos também sejam, que sejam autônomos e protagonistas de suas vidas, principalmente na vida escolar. Que está autonomia que o professor deve buscar e fazer com que seus alunos busquem geram uma educação de valores, que busca igualdade.
Também foi tratado a questão da curiosidade epistemológica, que deve ser o foco do ensino. Como foi falado muitas vezes em sala de aula e no que temos estudado, o aluno tem que querer aprender, e o professor tem que ter consciência disso e buscar formas para atrair o aluno, para que ele goste e queira aprender. Como foi levantado em sala de aula, ainda hoje, se forma professores tecnicistas, que só se importam com o conteúdo sem se importar com a aprendizagem, o que é uma lastima, ainda nos dias de hoje. A curiosidade tem que estar presente a todo instante no processo de ensino e aprendizagem, tanto pelo professor quanto pelo aluno. Ainda, foi tratado sobre a importância do estudar e que, independente do que o aluno queira para a sua vida, o estudo sempre irá auxiliar e trazer benefícios.
O professor é fundamental por despertar essa curiosidade, além do que ele mesmo tem que te-la, buscando sempre novas formas de compreender e de fazer a sua prática. Ele deve estar atento a todas as expressões em sala de aula, seja no silêncio ou na euforia dos alunos e fazer a sua leitura. Por isso, a escola que Paulo Freire trás é um desafio, pois gera mudanças profundas quanto à prática e o ser professor, que o foco do ensino não é mais transferir conhecimento mas construí-lo, partindo da realidade escolar, dos alunos e de seus interesses, e que todos os atos a partir daí devem ser críticos. Ainda, foi abordado na aula sobre o ato de lecionar ser flexível, cheio de imprevistos, e quanto a prática docente tem que ser coerente, que a ação do professor deve estar ligada à teoria e ter sempre em mente a aprendizagem, pois é esse o foco do seu trabalho. O ensino deve provocar sempre a transformação.
Outro ponto abordado foi que o professor deve estar preparados para lidar com a diversidade na escola e no mundo, pois não se busca transformação sem o respeito ao próximo. E que o professor, na visão de Freire deve ser humanista, consciente e ético, buscando sempre o certo e a igualdade para todos.
por Cíntia Torres
30 de outubro de 2017
Nesta aula foi discutido o segundo capítulo do livro “Pedagogia da Autonomia”, onde a professora juntamente com os comentários e considerações dos alunos levantaram alguns pontos discutidos no texto. Uma das reflexões foi sobre a importância do professor refletir suas ações, e ter consciência de que nada está pronto e acabado, de que precisa atuar de forma a construir o conhecimento junto aos alunos e não transmiti-lo. Foi tratado também sobre a importância do professor saber se posicionar como sujeito, com suas subjetividades, dificuldades e opinião, assim como deve reconhecer o aluno da mesma forma. Ainda foi tratado sobre a ética do professor, um dos pontos mais ressaltados no livro e sobre o pensar certo, o que envolve ser coerente com suas atitudes e ações e principalmente, não relativizar qualquer tipo de preconceito ou ato imoral, pois como foi muito discutido, o professor é referência na sala.
Outro ponto abordado foi sobre a autonomia que o professor deve sugerir aos seus alunos e trabalhar para que ocorra na sua prática, sendo este o seu objetivo, pois é a partir da compreensão de suas autonomias, tanto professor quanto aluno que poderão se compreender como aprendizes, e trabalharem juntos para se construir o conhecimento e para que este seja legível aos envolvidos. Sua prática deve ser conjunta, “com os alunos” e não “para os alunos”, deve ser uma construção humana e social. O professor deve buscar formas para se ensinar e jamais partir de preconceitos ou pré-julgamentos, ou naturalizar os fatos.
E por fim, uma das mais belas frases do livro e que foi comentada em sala foi “... o mundo está sendo”, que trouxe uma reflexão sobre questões politicas e sobre a importância do professor ser formado com um senso crítico e ter consciência de que deve buscar e levar isso para os alunos, visto que a mídia acaba divulgando e disseminando coisas absurdas, que acabam virando o senso comum, e por isso o professor deve investir nas futuras gerações e buscar cada vez mais refletir sua prática e o que ela esta contribuindo para e com o mundo, tendo sempre esperança de um mundo melhor e ser um sujeito ativo para esta conquista.
por Cíntia Torres
09 de novembro de 2017
por Eduardo Vieira
13 de novembro de 2017
A aula do dia 13 de novembro foi um momento de encontro entre as equipes que elaboraram os blogs. O grupo 6, ao qual faço parte, e que construiu este conteúdo ao qual você acessa caro leitor, aproveitou o momento para realizar uma autoavaliação proposta na disciplina para o blog. Discutimos os aspectos dessa atividade, as ações mais interessantes como a produção do plano de aula também disponível aqui, a participação individual de cada membro da equipe que sempre se manteve igualitária, e nossas falhas que foram identificadas na produção individual de cada artigo que impossibilita uma segunda ou terceira opinião sobre cada aula assistida. Ao final da aula dividimos as responsabilidades sobre os próximos conteúdos a serem apresentados, e que logo mais estarão postados nessa ferramenta da disciplina de Didática com a professora Rita.
por Guilherme Ribeiro
